Ir para o conteúdo
NCBNational Capability Benchmark
Navegue com ↑ ↓Enter para abrirEsc para fechar

Contestar uma pontuação

Escolha uma pontuação e dê ao NCB um motivo específico para revê-la.

Ao enviar, o formulário anexa a pontuação e a solidez da evidência atuais do país e da capacidade escolhidos.

As contestações são públicas, ficam na página de contestações, em inglês, e começam aguardando revisão. Um mantenedor pode acrescentar uma resposta assinada depois de examiná-las.

Onde o Brasil está em Adaptação?

Dados da versão 9.3.0

Esta página lê uma capacidade a partir dos dados publicados e é recalculada a cada versão. Ela separa o que o Brasil faz, que forma a pontuação, daquilo com que o país conta, que fica ao lado da pontuação, e situa o país entre os 10 países de renda mais próxima. O texto descreve os dados e não recomenda políticas.

Em que a pontuação se apoia?

Pontuação64,5Solidez0,62evidência utilizável

A pontuação de Adaptação é a média, com pesos iguais, das posições de quatro indicadores numa escala de 0 a 100 definida por todos os países em conjunto. A solidez da evidência por trás da pontuação aparece ao lado dela, como um segundo número.

A correlação entre a pontuação de Adaptação e o PIB per capita é r = 0,53, em 123 países.

Indicadores observados

  • Taxa de desemprego

    6 % da força de trabalho

    World Bank (SL.UEM.TOTL.ZS), 2025

    Posição na escala73,3Mediana dos pares65,310 pares com valor
  • Desemprego de longa duração

    30,2 % dos desempregados

    ILOSTAT (DF_UNE_TUNE_SEX_AGE_DUR_NB), 2025

    Posição na escala75,0Mediana dos pares76,49 pares com valor
  • Diversificação das exportações

    0,18 índice de 0 a 1, menor = mais diversificado

    UNCTAD (US.ConcentDiversIndices), 2025

    Posição na escala84,8Mediana dos pares80,810 pares com valor
  • Novos produtos de exportação

    2,3 % dos produtos não exportados de forma competitiva no início

    Harvard Growth Lab (hs92_country_product_year_4.csv (doi:10.7910/DVN/T4CHWJ)), 2024

    Posição na escala24,8Mediana dos pares28,310 pares com valor

Ainda sem base comparável, o que reduz a solidez da evidência: preparação e recuperação de desastres e capacidade de resposta institucional.

Com o que o Brasil conta

Ao lado de cada condição há dois coeficientes de correlação, calculados sobre todos os países: um com a renda e outro com a pontuação da capacidade. Quando o r com a renda é bem maior que o r com a pontuação, a condição acompanha mais a riqueza do país do que a capacidade medida.

Condições, fora da pontuação

Com o que o país conta nesta capacidade. Os valores aparecem como a fonte os publicou e não entram na pontuação, na solidez da evidência nem na tendência. A posição conta os países com valor, do melhor para o pior.

  • Participação na força de trabalhoWorld Bank (SL.TLF.ACTI.ZS), 2025

    71 % das pessoas com 15 anos ou mais, 57º de 125. Parcela da população em idade ativa que está na força de trabalho.

    • r com a renda: 0,45 (123 países)
    • r com a pontuação de Adaptação: 0,27 (125 países)
    • Mediana dos pares: 70 % das pessoas com 15 anos ou mais (10 pares com valor)
  • Assinaturas de banda larga fixaWorld Bank (IT.NET.BBND.P2), 2024

    24,1 por 100 pessoas, 52º de 125. Assinaturas de banda larga fixa por 100 pessoas.

    • r com a renda: 0,87 (123 países)
    • r com a pontuação de Adaptação: 0,5 (125 países)
    • Mediana dos pares: 18,8 por 100 pessoas (10 pares com valor)
  • Perdas na transmissão de eletricidadeWorld Bank (EG.ELC.LOSS.ZS), 2024

    15 % da produção, 90º de 117. Energia perdida na transmissão e na distribuição, incluindo o consumo não faturado. Quanto menor, melhor.

    • r com a renda: 0,5 (115 países)
    • r com a pontuação de Adaptação: 0,49 (117 países)
    • Mediana dos pares: 9,4 % da produção (10 pares com valor)
  • Emprego informalILOSTAT (DF_SDG_0831_SEX_ECO_RT), 2025

    35,6 % do emprego, 40º de 102. Emprego informal como parcela do emprego total, indicador 8.3.1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Quanto menor, melhor.

    • r com a renda: 0,89 (101 países)
    • r com a pontuação de Adaptação: 0,46 (102 países)
    • Mediana dos pares: 60,1 % do emprego (8 pares com valor)

Onde o Brasil fica entre os pares?

Os pares são os 10 países de renda mais próxima. A renda é o PIB per capita em paridade de poder de compra, em dólares internacionais constantes, no último ano publicado pelo Banco Mundial, e a distância é medida em escala logarítmica, em que a metade e o dobro ficam à mesma distância. Nenhum país é escolhido a dedo, e o conjunto muda quando os dados mudam.

Nesta versão, a renda dos pares vai de US$ 17.265 a US$ 22.724; o Brasil tem US$ 20.025 (2025).

  • Anel contínuo: evidência utilizável ou boa
  • Anel interrompido: evidência fraca, mais aberto quanto menor a solidez
  • A faixa sombreada é a metade central do conjunto, e a linha dentro dela é a mediana.
  • Tailândia: 87.6
  • Egito: 78.4
  • México: 65.4
  • Armênia: 64.8
  • Brasil: 64.5
  • Colômbia: 56.1
  • Mongólia: 55.2
  • Bósnia e Herzegovina: 51.5
  • Albânia: 49.7
  • Azerbaijão: 41.4
  • Botsuana: 14.7

O que separa o Brasil dos pares?

O Brasil tem pontuação 64,5 em Adaptação, acima da mediana dos 10 pares com pontuação, que é 55,7.

Indicadores com posição na escala acima da mediana dos pares: taxa de desemprego e diversificação das exportações.

Indicadores com posição na escala abaixo da mediana dos pares: desemprego de longa duração e novos produtos de exportação.

O Brasil tem valor acima da mediana dos pares em participação na força de trabalho, assinaturas de banda larga fixa e perdas na transmissão de eletricidade.

O Brasil tem valor abaixo da mediana dos pares em emprego informal.

Em perdas na transmissão de eletricidade e emprego informal, um valor menor é melhor.

Cada frase compara uma posição com uma mediana. A causa de uma diferença, e o que fazer a respeito, ficam fora destes dados.

O que esta leitura não mostra

  • A pontuação nacional é uma aproximação grosseira. Uma capacidade se forma em empresas, cidades, redes e grupos, abaixo do nível do país, e uma média nacional descreve apenas as condições em que eles atuam.
  • Os pares têm em comum a renda e nada mais. Tamanho, estrutura produtiva, região e regime político ficam fora da regra, e um conjunto de 10 países pode mudar com qualquer revisão do PIB.
  • Um r descreve o conjunto inteiro de uma vez e nada diz sobre um país isolado. Correlação também não indica causa.
  • O desemprego de longa duração vem do ILOSTAT, depois de um filtro de plausibilidade aplicado do mesmo modo a todos os países. Alguns países com pontuação usam uma pesquisa domiciliar em vez de uma pesquisa da força de trabalho. Uma parcela alta admite duas leituras: realocação lenta, onde o desemprego também é alto, ou um pequeno grupo residual, onde ele é baixo. Para o Brasil, a série do ILOSTAT vem da PNAD Contínua, uma pesquisa domiciliar. (decisão D120)
  • A diversificação das exportações lê a concentração da pauta de mercadorias publicada pela UNCTAD. A velocidade com que um país troca de produtos fica de fora, assim como os serviços, e países que vendem poucos produtos de alto valor aparecem como concentrados. (decisão D119)
  • Os novos produtos de exportação contam as linhas de mercadorias em que um país passou a exportar de forma competitiva em quinze anos, segundo os dados de comércio do Growth Lab. São exportações brutas, então os centros de reexportação contam o que passa por eles, e um país que não informa seu comércio é lido nos registros dos parceiros. Uma janela tão longa muda pouco de uma versão para outra. (decisão D149)
  • E os que valem para toda pontuação do NCB: artefato A8, artefato A10.