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NCBNational Capability Benchmark
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Contestar uma pontuação

Escolha uma pontuação e dê ao NCB um motivo específico para revê-la.

Ao enviar, o formulário anexa a pontuação e a solidez da evidência atuais do país e da capacidade escolhidos.

As contestações são públicas, ficam na página de contestações, em inglês, e começam aguardando revisão. Um mantenedor pode acrescentar uma resposta assinada depois de examiná-las.

Agenda de capacidades

Brasil

Gerada em 2026-10-03

A escala reúne 125 países. Cada dimensão recebe uma pontuação de 0 a 100, sem classificação geral, e cada pontuação traz ao lado a solidez da evidência. Leia os limites conhecidos dos dados antes de citar uma pontuação.

Abra o perfil completo, em inglês: indicadores, valores, anos e fontes

Onde o Brasil está

DimensãoPontuaçãoSolidezTendência
Antecipação44,60,46+7,6 em 10 anos, com base em 2 indicadores
Agência58,00,56sem tendência comparável
Coordenação89,10,37sem tendência comparável
Confiança53,40,50sem tendência comparável
Aprendizagem36,60,55sem tendência comparável
Experimentação28,50,53+5,1 em 10 anos, com base em 3 indicadores
Adaptação64,50,62sem tendência comparável
Construção37,70,57-2,4 em 10 anos, com base em 3 indicadores
Propósito compartilhado30,60,43+6,8 em 10 anos, com base em 2 indicadores

Pontuação

  • baixaPerto do piso da escala. Confira a solidez da evidência antes de tirar qualquer conclusão.0 a 25
  • abaixo do meioNa metade inferior da escala.25 a 50
  • acima do meioNa metade superior da escala.50 a 75
  • altaPerto do topo da escala nesta dimensão.75 ou mais

Solidez

  • muito fraca0,00 a 0,25

    A pontuação se apoia em um ou dois indicadores. Não a cite isoladamente.

  • fraca0,25 a 0,45

    Só uma minoria dos indicadores foi observada, ou a evidência é antiga o bastante para a situação ter mudado. Leia com cautela.

  • utilizável0,45 a 0,65

    Evidência suficiente para comparar países, com lacunas conhecidas.

  • boa0,65 ou mais

    A maioria dos indicadores foi observada, é recente e vem de fontes oficiais ou intergovernamentais.

Capacidade ao longo do tempo

Escolha uma dimensão para ver como a evidência comparável deste país mudou ao longo do tempo. O eixo vertical é a escala comparativa atual, de 0 a 100.

Dimensão

Período

Posição da capacidade na escala atual0 a 100
025507510020062011201620212026

Experimentação 2006 → 2026: De 9,1 para 16,2 (+7,1) em 20 anos, com base em 3 indicadores

Itens da agenda nesta linha do tempo

19601970198019902000201020202026
  • 2021Sandbox regulatório do Banco Central, primeiro ciclo

Os valores históricos usam a escala atual de 0 a 100 e um conjunto pareado de indicadores. Eles mostram o movimento da evidência disponível, e não uma pontuação geral de desenvolvimento. Os itens datados da agenda aparecem numa linha do tempo separada e não alteram a pontuação. Quando falta uma linha, a evidência não sustenta uma tendência comparável naquela dimensão.

Dimensões com as pontuações mais baixas

São as pontuações mais baixas entre as dimensões com evidência utilizável. As dimensões com evidência fraca aparecem na seção seguinte.

Com que facilidade novas abordagens podem ser tentadas, testadas, abandonadas e melhoradas?

A pontuação se apoia em 6 indicadores observados. +5,1 em 10 anos, com base em 3 indicadores.

No topo da escala, entre as pontuações com evidência utilizável: Coreia do Sul 72,6, Suíça 68,6, Estados Unidos 50,6.

Registros de evidência desta dimensão em outros países, com êxitos e retrocessos, que não entram em nenhuma pontuação: The FCA regulatory sandbox (Reino Unido); Yozma, the venture capital catalyst (Israel); Korean regulatory-sandbox system across eight sectors (Coreia do Sul); MAS FinTech Regulatory Sandbox variants (Singapura); British Patient Capital, a public venture-capital catalyst (Reino Unido); ICURe, from university research to spinouts (Reino Unido); Portugal Ventures, a public venture-capital bridge (Portugal); Rede Nacional de Test Beds for company experimentation (Portugal); Zonas Livres Tecnológicas, regulator-supervised experimentation zones (Portugal); Reserve Bank of India regulatory sandbox (Índia); Capital Markets Authority regulatory sandbox (Quênia); SEC Nigeria Regulatory Incubation Program (Nigéria); ADGM RegLab, the first fintech sandbox in the region (Emirados Árabes Unidos); OJK regulatory sandbox for financial-sector technological innovation (Indonésia); Bank Negara Malaysia Fintech Regulatory Sandbox (Malásia); Bank of Thailand regulatory sandbox (Tailândia); Sandbox financiero (Ley 7/2020), and the fall in applications (Espanha); IFWG Regulatory Sandbox (África do Sul); Project-based regulatory sandbox (new technology demonstration scheme) (Japão); CFPB Compliance Assistance Sandbox, rescinded in 2022 and withdrawn again in 2025 (Estados Unidos); CSA Regulatory Sandbox, succeeded by the Financial Innovation Hub (Canadá); ASIC enhanced regulatory sandbox (Austrália); SINTEG-Verordnung, the energy-transition experimentation clause (Alemanha); Experimenten Elektriciteitswet 2015-2018, and its erosion (Países Baixos); Bac à sable réglementaire in the energy sector (França); Italy's FinTech regulatory sandbox, and its contraction (Itália); Bank of Ghana Regulatory Sandbox (Gana); AFSA FinTech Lab at the Astana International Financial Centre (Cazaquistão); Banque Centrale de Tunisie regulatory sandbox, first cohort (Tunísia); Sandbox Regulatório do Banco de Moçambique (Moçambique); Regulatory Sandbox Licence of the Economic Development Board (Maurício); Bank of Uganda regulatory sandbox (Uganda); Regulatory Sandbox Framework for Capital Markets, first cohort (Zâmbia); Securities and Exchange Commission of Zimbabwe regulatory sandbox (Zimbábue); FMA Regulatory Sandbox (Áustria); Regulatorisk sandkasse for AI (Datatilsynet and Digitaliseringsstyrelsen) (Dinamarca); Datatilsynet's regulatory sandbox for privacy-friendly innovation (Noruega); Bank of Lithuania regulatory sandbox, with one test in seven years (Lituânia); Narodna banka Slovenska regulatory sandbox (Eslováquia); Sandbox for AI and blockchain products, Ministry of Digital Transformation and Ukrainian Startup Fund (Ucrânia); Bank of Russia regulatory sandbox (regulativnaya pesochnitsa) (Rússia); JoRegBox, the Central Bank of Jordan regulatory sandbox (Jordânia); Special regulatory regimes (spetsialnye regulyativnye rezhimy) of the National Bank of the Kyrgyz Republic (Quirguistão); SECP Regulatory Sandbox, four cohorts and an open window (Paquistão); Bank of Jamaica FinTech Regulatory Sandbox (Jamaica); Financial Regulatory Commission sandbox regulatory environment (Mongólia); NAMFISA Regulatory Sandbox, microlending cohort (Namíbia); Central Bank of Azerbaijan regulatory sandbox (Azerbaijão).

Lacunas declaradas: Operações de capital de risco, Empresas em sandboxes regulatórios, Empresas derivadas de pesquisa universitária.

Bases rejeitadas: Parcela empresarial do P&D.

Aprendizagem

36,60,55

Com que eficácia o país adquire, distribui e atualiza conhecimento?

A pontuação se apoia em 3 indicadores observados. sem tendência comparável.

No topo da escala, entre as pontuações com evidência utilizável: Singapura 84,2, Noruega 83,4, Nova Zelândia 83.

Registros de evidência desta dimensão em outros países, com êxitos e retrocessos, que não entram em nenhuma pontuação: SkillsFuture Credit (Singapura); The public library system (Finlândia); Kartu Prakerja, a national lifelong-learning delivery system (Indonésia); Compte personnel de formation (França); Programa Qualifica and Portugal's adult-learning network (Portugal); Novas Oportunidades, and the qualification-policy interruption (Portugal); SWAYAM national online-course platform (Índia); SETAs and workplace-based learning delivery (África do Sul); MEB public lifelong-learning network (Turquia); Kenya's adult education centres, and their halving (Quênia); Rwanda's adult literacy centres, and their decline (Ruanda); Integrated Functional Adult Education, and its erosion (Etiópia); Instituto Técnico de Capacitación y Productividad (INTECAP) (Guatemala); INFOTEP national technical and vocational training (República Dominicana); Campaña Nacional de Alfabetización (Cuba); VET FEE-HELP, and its abolition (Austrália); Adult education allowance (aikuiskoulutustuki), and its abolition (Finlândia); INEFOP, the tripartite national training institute (Uruguai); Franquicia Tributaria SENCE, and its erosion (Chile); Employer and in-work training under Employment Insurance, and its erosion (Coreia do Sul); TESDA technical-vocational training at national scale (Filipinas); INADEH national vocational training (Panamá); Yo, sí puedo national literacy campaign and post-literacy programme (Bolívia); Project 1956 vocational training for rural workers (Vietnã); Bildungsprämie training voucher, and its end (Alemanha); Aufstiegs-BAföG, upgrading training support (Alemanha); Formación programada por las empresas (FUNDAE training credit) (Espanha); Community Education and Training colleges, and their erosion (África do Sul); SENA complementary training (formación complementaria) (Colômbia); Vocational skills upgrading action, 2019-2021 (China); INA national vocational training, and its contraction (Costa Rica); Kunskapslyftet adult education initiative (Suécia); Springboard+ upskilling programme (Irlanda); State-administered adult education under the Adult Education and Family Literacy Act, and its erosion (Estados Unidos); STAP-budget training grant, abolished in 2024 (Países Baixos); INEA adult basic education (México); Hello Training, public vocational training (Japão); Government-funded adult further education in England, and its erosion (Reino Unido); Educación Básica Alternativa (EBA), and its erosion (Peru); Upper secondary education for adults in non-stationary study (Estônia); Department of Skill Development skill-upgrading training (Tailândia); Adult literacy education under the National Commission for Mass Literacy, Adult and Non-Formal Education (Nigéria); Skills Development under the Labour Market Development Agreements, and its 2024-25 funding cut (Canadá); Instituto Nacional de Formación Profesional (INFOP) (Honduras); Ministry of Labour Vocational Training Division adult courses (Israel); Educación Permanente para personas jóvenes y adultas (MEC) (Paraguai); National literacy campaigns, 2010-2015 (Haiti); County and city general secondary schools for adults (licea ogólnokształcące dla dorosłych) (Polônia); Kolej Komuniti part-time and lifelong-learning (Pembelajaran Sepanjang Hayat) courses (Malásia); Fondo nuove competenze (Itália); National adult literacy projects of the Bureau of Non-Formal Education, and their erosion (Bangladesh); Functional Adult Literacy programme, and its decline (Uganda); Integrated Community-Based Adult Education (MEMKWA), and its decline (Tanzânia); National Functional Literacy Programme, and its erosion (Gana); Centres d'alphabétisation, and their erosion (Costa do Marfim); Adult literacy centres financed through FONAENF, and their erosion (Burkina Faso); National Adult Literacy Programme (Malawi); Mauritius Institute of Training and Development part-time training (Maurício); NAMCOL secondary education programme for out-of-school learners (Namíbia); Alfabetização e Educação de Adultos (public adult literacy and adult primary education), and its decline (Moçambique); Sistema Nacional de Formação Profissional under INEFOP (Angola); Institut National de Préparation Professionnelle (INPP) (República Democrática do Congo); AMS training measures (Schulungen) for jobseekers (Áustria); Human Resource Development Authority (HRDA) subsidised training programmes (Chipre); Arbejdsmarkedsuddannelser (AMU), adult vocational training courses, and their decline (Dinamarca); Vaučeri za obrazovanje, training vouchers of the Croatian Employment Service (Croácia); Mācības pieaugušajiem, the ESF training programme for employed adults 2017 to 2023 (Letônia); Grunnskoleopplæring for voksne, municipal primary and lower secondary education for adults (Noruega); Zručnosti pre trh práce, retraining and training contributions of the labour offices (Eslováquia); Upper secondary education for adults (srednješolsko izobraževanje odraslih) (Eslovênia); Public vocational training centres of the National Agency for Employment and Skills (Albânia); Employment Agency adult training, including the DI-GI digital skills vouchers (Bulgária); ANOFM voucher-based vocational training for the unemployed (Moldávia); ANOFM national vocational training plan, and its fall after 2023 (Romênia); National Employment Service labour market training, and its 2025 non-delivery (Sérvia); Programme national d'enseignement des adultes (national adult education programme) (Tunísia); Agence Nationale de Lutte contre l'Analphabetisme literacy and post-literacy programmes (Marrocos); Federal project Sodeystvie zanyatosti (Employment Promotion) vocational training of adults (Rússia); Short-term vocational training of the unemployed in monocentres and district vocational training centres (Uzbequistão); Self-Employment Program business training (Azerbaijão); HEART/NSTA Trust training enrolment (Jamaica); Enhanced Vocational Education and Training (EVENT II) short-term training (Nepal); Adult and community education at tertiary providers, and its halving (Nova Zelândia); NCHD Adult Literacy Programme, and its collapse after 2013 (Paquistão); Youth Training and Employment Partnership Programme (YTEPP), and its shrinking enrolment (Trinidad e Tobago); Bildungskarenz with Weiterbildungsgeld, and its abolition (Áustria).

Lacunas declaradas: Participação de adultos em aprendizagem.

Construção

37,70,57

Em que medida o país consegue transformar planos e conhecimento em sistemas que funcionam?

A pontuação se apoia em 4 indicadores observados. -2,4 em 10 anos, com base em 3 indicadores.

No topo da escala, entre as pontuações com evidência utilizável: Coreia do Sul 85,1, Irlanda 80,3, China 77,4.

Registros de evidência desta dimensão em outros países, com êxitos e retrocessos, que não entram em nenhuma pontuação: X-Road national data exchange layer (Estônia); Pradhan Mantri Jan Dhan Yojana bank accounts (Índia); Electricity supply rebuilt on renewable sources (Uruguai); Plan Ceibal, one connected laptop per child (Uruguai); Seguro Popular, and its abolition (México); Sure Start children's centres, and their erosion (Reino Unido); Grid power, and load shedding (África do Sul); Measles elimination, and its erosion (Estados Unidos); Housing and Development Board, public housing at scale (Singapura); AFE passenger rail and network contraction (Uruguai); Flamanville 3 EPR, and the erosion of nuclear new-build delivery (França); Phoenix pay system, and its prolonged failure (Canadá); Groningen gas system, and its closure after induced earthquakes (Países Baixos); DigiD, a shared digital identity rail for public services (Países Baixos); Delta Works, a 43-year national flood-defence programme (Países Baixos); Betuweroute, a freight railway that missed its operating promise (Países Baixos); MijnOverheid, a shared citizen mailbox and data portal (Países Baixos); Fyra V250, a high-speed service withdrawn after a failed launch (Países Baixos); OVpay, nationwide contactless transit payments (Países Baixos); Omgevingswet and the Digital Environment System (Países Baixos); Transantiago, an integrated transport reform with rising subsidy dependence (Chile); 4G road concessions, a national infrastructure portfolio (Colômbia); Reficar, a refinery modernization with a fiscal-liability finding (Colômbia); GIGA School, one learning device per student (Japão); Monju, a fast-breeder programme ended before commercial operation (Japão); Invierte.pe, a national multi-year investment-management system (Peru); Reconstrucción con Cambios, a delayed recovery portfolio (Peru); ICE and a mostly renewable national electricity system (Costa Rica); CCSS universal health-insurance reach (Costa Rica); Metro de Quito, a cross-administration urban rail delivery (Equador); Panama Canal expansion and self-financing operations (Panamá); Metro de Panamá network operations (Panamá); Mi Teleférico urban cable-car network (Bolívia); Industrial lithium carbonate plant below design capacity (Bolívia); Itaipú binational hydropower operations (Paraguai); Metrobús, an unfinished bus rapid transit project (Paraguai); ARSAT-3 satellite programme suspended before launch (Argentina); DPWH national infrastructure delivery and transparency portal (Filipinas); Bataan Nuclear Power Plant, a mothballed megaproject (Filipinas); Trans-Sumatra toll-road programme, still short of its planned network (Indonésia); National expressway build-out in 2024 (Vietnã); Cat Linh–Ha Dong metro, a delayed and over-budget delivery (Vietnã); MRT Putrajaya Line (Malásia); Kuala Lumpur–Singapore high-speed rail, terminated before construction (Malásia); Hopewell elevated road-and-rail concession, and its termination (Tailândia); AVE high-speed rail network (Espanha); Castor underground gas storage, and its closure (Espanha); Ostrołęka C coal block, and its abandonment (Polônia); Nya Karolinska Solna public–private hospital project (Suécia); Barsebäck nuclear plant closure and decommissioning (Suécia); New Children's Hospital cost escalation (Irlanda); Rural electrification and near-universal grid coverage (Nicarágua); Gran Misión Vivienda Venezuela's five-million-home milestone (Venezuela); Plano de Recuperação e Resiliência delivery governance (Portugal); Lisbon–Madrid high-speed rail concession, formally abandoned (Portugal); Delhi Commonwealth Games, and the cost-estimate escalation (Índia); MeerKAT radio telescope, a delivered national research facility (África do Sul); CFE Telecomunicaciones e Internet para Todos (México); New International Airport of Mexico, and its cancellation (México); Marmaray, the Bosphorus rail crossing (Turquia); FATİH education technology infrastructure (Turquia); YEKA RES-1 renewable tender, and its cancellation (Turquia); Gotthard Base Tunnel (Suíça); Standard Gauge Railway, Mombasa to Naivasha (Quênia); Canadian long-gun registry, its information system overrun and its dismantling (Canadá); Tel Aviv light rail Red Line (Israel); National high-speed rail network (China); Barakah Nuclear Energy Plant (Emirados Árabes Unidos); Aeropuerto Internacional de Palmerola (Honduras); El Chaparral (3 de Febrero) hydroelectric plant (El Salvador); Programa Ampliado de Inmunizaciones, and its erosion (Venezuela); PetroCaribe-financed public investment programme, and its audited failure (Haiti); Interstate Highway System (Estados Unidos); Programa Nacional de la Vivienda, and its collapse (Cuba); Punta Catalina thermoelectric plant, and its cost overrun (República Dominicana); Grand Paris Express (França); Modjo-Hawassa expressway, World Bank-financed Lot 3 (Etiópia); Línea Rivera rail rehabilitation, and its decay (Uruguai); Gyeongbu high-speed railway (KTX), and its cost and schedule overrun (Coreia do Sul); Gasoducto Sur Peruano, a terminated pipeline concession (Peru); Talara refinery modernisation, delivered late and over cost (Peru); Program 35.000 MW power generation programme, and its schedule slip (Indonésia); El Mutún steel complex, inaugurated in 2025 and found never to have operated (Bolívia); Quang Trach to Pho Noi 500kV circuit-3 transmission line (Vietnã); Coca Codo Sinclair hydroelectric plant (Equador); Puente Héroes del Chaco, Asunción to Chaco'i bridge (Paraguai); Floating LNG import terminals of 2022 (Alemanha); Atucha II nuclear plant, and its 33-year build (Argentina); Vistula Spit shipping canal (Przekop Mierzei Wiślanej) (Polônia); Israel Railways electrification and the Jerusalem express line, and their delays (Israel); Samuel De Champlain Bridge corridor (Canadá); Hokuriku Shinkansen Kanazawa to Tsuruga extension, and its overrun (Japão); Botniabanan coastal railway (Suécia); High Speed Two, and the cancellation of Phase 2 (Reino Unido); Crossrail, the Elizabeth line (Reino Unido); Dedicated Freight Corridors, Eastern and Western (Índia); Olmeca refinery at Dos Bocas (México); Inland Rail, and its consolidation at Parkes (Austrália); Kehärata airport rail loop, and its cost overrun (Finlândia); Chixoy hydroelectric project, and its cost and time overrun (Guatemala); Abuja-Kaduna-Zaria-Kano dual carriageway, and the termination of its 2017 contract (Nigéria); Neelum-Jhelum Hydropower Project, and its shutdown (Paquistão); Tarbela Fourth Extension Hydropower Project (Paquistão); MOSE, the Venice lagoon flood barrier (Itália); Padma Multipurpose Bridge (Bangladesh); Noor-Ouarzazate solar complex (Marrocos); Pap-Angren railway and Kamchik tunnel (Uzbequistão); Pro-Routes high-priority road reopening and maintenance (República Democrática do Congo); Karuma Hydropower Project (Uganda); Julius Nyerere Hydropower Project (Tanzânia); A1 motorway, Bucharest to Nadlac (Romênia); South-West Roads: Western Europe-Western China corridor (CAREC 1b and 6b) (Cazaquistão); Reseau Ferroviaire Rapide de Tunis, lines D and E, and its overruns (Tunísia); Southern Expressway (Southern Transport Development Project) (Sri Lanka); Melamchi Water Supply Project, and its erosion after the 2021 flood (Nepal); Harare-Masvingo-Beitbridge highway rehabilitation, behind schedule (Zimbábue); Solar powered milling plants contract, and its erosion (Zâmbia); Urban Water Supply Project (PEMU), part of the Kabala programme for Bamako (Mali); Ouagadougou Water Supply Project (Ziga) (Burkina Faso); Jiji and Mulembwe hydropower project (Burundi); Transport Infrastructure Investment Project (national roads, ports and the Northern Railway) (Madagascar); Energy Sector Support Project (substations and distribution lines) (Malawi); Morupule B coal power station, and its underperformance (Botsuana); Metolong Dam and Water Supply Programme (Lesoto); B6 Belle Rive to Quartier Militaire road upgrade (Maurício); Rahad Irrigation Project, and its cost and time overrun (Sudão); Accra bus rapid transit under the Ghana Urban Transport Project, and its cancellation (Gana); Yabayo-Gagnoa road under the Fourth Highway Project, and its cost and time overrun (Costa do Marfim); Fourth Highway Project: paving of the Mamou-Kankan and Dubreka-Kolaboui roads (Guiné); Realignment of the Congo-Ocean Railway through the Mayombe, and its overruns (República do Congo); Banjul Rehabilitation Project (roads, drainage and sewage), and its delay (Gâmbia); Bissau Port Project, delivered two and a half years late (Guiné-Bissau); Šoštanj thermal power plant unit 6 (TEŠ 6), and its cost overrun (Eslovênia); Rail Baltica in Latvia, and its cost and schedule overrun (Letônia); Koralmbahn Graz to Klagenfurt, opened seven years after its contracted completion date (Áustria); Fehmarn Belt fixed link, and its cost and schedule overrun (Dinamarca); Motorway construction by the Road and Motorway Directorate, and its unit cost (Tchéquia); Pelješac Bridge, the first stage of the road connection to South Dalmatia (Croácia); Decommissioning of the Bohunice V1 nuclear power plant, and its four-year slip (Eslováquia); Decommissioning of the Ignalina nuclear power plant, and its delays (Lituânia); Corridor X motorway sections (E-75 and E-80) (Sérvia); Road Sector Development Project on the M-03 and M-12, and its cut scope (Ucrânia); M6 Minsk to Grodno transit corridor upgrade (Belarus); Federation Road Sector Modernization Project, and its shrunken rehabilitation scope (Bósnia e Herzegovina); Local Roads Improvement Project, and its halved scope (Moldávia); Regional and Local Roads Connectivity Project (Albânia); Kicevo to Ohrid motorway, and its cost and time overrun (Macedônia do Norte); Budapest metro line 4, first section, and its cost and time overrun (Hungria); Road Infrastructure Rehabilitation Project, and its cut after the 2009 budget squeeze (Bulgária); Ain Sokhna supercritical power plant (Egito); Hartha power station units 2 and 3 rehabilitation, and its halt (Iraque); Greater Beirut Water Supply Project (Awali to Beirut conveyor), and its unfinished delivery (Líbano); Amman Development Corridor (Amman Ring Road phase 1), and its overrun (Jordânia); East-West Highway Corridor Improvement Project (Rikoti Pass sections) (Geórgia); North-South Road Corridor Investment Program, Tranche 1 (Armênia); Second National Water Supply and Sanitation Project (rayon centres), and its downsizing (Azerbaijão); National Road Rehabilitation (Osh-Batken-Isfana) Project (Quirguistão); Tehran Sewerage Project (first phase: interceptors, trunk main and southern treatment plant) (Irã); Central Ring Road around Moscow (TsKAD), audited by the Accounts Chamber (Rússia); Road Maintenance and Rehabilitation Project (Papua-Nova Guiné); Road No. 13 South upgrading under the Third Highway Improvement Project (Laos); Second Energy Sector Project, distribution rehabilitation and the 10 MWp western solar plant (Mongólia); City Rail Link, Auckland, and its cost and time overrun (Nova Zelândia); Rogun hydropower plant (Tajiquistão); Kvalitetsfonden hospital building programme (supersygehuse), and its overruns (Dinamarca); Modernizace dálnice D1 (D1 motorway modernisation, Mirošovice to Kývalka) (Tchéquia); Lae Port Development Project (Lae Tidal Basin, phase 1) (Papua-Nova Guiné); Second-wave motorway concessions (Central E-65, Olympia Odos, Moreas), and their reset (Grécia); Third Highway Project: M4 Baku-Shamakhi and M3 Yenikend-Shorsulu motorways (Azerbaijão); Belene nuclear power plant, and its cancellation (Bulgária); Belarusian nuclear power plant (BelAES), delivered behind schedule (Belarus); Bishkek-Osh road rehabilitation, third phase (Quirguistão).

Lacunas declaradas: Entrega de grandes projetos, Empresas jovens que ganham escala.

Bases rejeitadas: Qualidade da infraestrutura logística.

Antecipação

44,60,46

Em que medida o país consegue identificar mudanças emergentes e se preparar para elas?

A pontuação se apoia em 2 indicadores observados. +7,6 em 10 anos, com base em 2 indicadores.

No topo da escala, entre as pontuações com evidência utilizável: Dinamarca 98,1, Noruega 97,2, Suíça 93,4.

Registros de evidência desta dimensão em outros países, com êxitos e retrocessos, que não entram em nenhuma pontuação: The Delta Programme and its fund (Países Baixos); Centre for Strategic Futures, foresight inside government (Singapura); Legally binding carbon budgets (Reino Unido); Fukushima decommissioning roadmap, a 30–40-year risk-reduction horizon (Japão); National basic-research funding allocation (China); PLANAPP and REPLAN, a centre-of-government foresight network (Portugal); Labour Market Intelligence Programme and forward skills planning (África do Sul); Government Report on the Future and the parliamentary Committee for the Future (Finlândia); Foresight Centre at the Riigikogu (Arenguseire Keskus) (Estônia); Office of Technology Assessment, defunded and closed in 1995 (Estados Unidos); Rządowe Centrum Studiów Strategicznych, liquidated in 2006 (Polônia); Office of Technology Assessment at the German Bundestag (TAB) (Alemanha); National Assembly Futures Institute (Coreia do Sul); Federal Chancellery situation and environment analysis (Perspektivstab) (Suíça); Senate foresight delegation (Délégation sénatoriale à la prospective) (França); Senate Commission on Future Challenges, Science, Technology and Innovation (Chile); Policy Horizons Canada, the federal foresight unit, and its 2024 disruption scan (Canadá); Framtidskommissionen, the Prime Minister's time-limited future commission (Suécia); National Planning Commission foresight work for Malawi 2063 (Malawi); Bureau National de la Prospective et de la Veille Stratégique and the national prospective studies (Costa do Marfim); Teknologiraadet, the Norwegian Board of Technology (Noruega); Teknologiraadet, the Danish Board of Technology, abolished in 2012 (Dinamarca); Bureau federal du Plan (Bélgica); Special Secretariat of Foresight (now of Long-term Planning) (Grécia); STRATA foresight for the Lietuva 2050 state progress strategy (Lituânia); Institut Royal des Etudes Stratégiques (IRES) (Marrocos); Long-term Insights Briefings under the Public Service Act 2020 (Nova Zelândia).

Lacunas declaradas: Capacidade governamental de prospecção, Compromissos de pesquisa de longo prazo.

Dimensões com evidência fraca

A solidez da evidência está abaixo da faixa utilizável, de modo que a pontuação diz pouco sobre o país enquanto faltarem dados.

Dimensões com as pontuações mais altas

Estas dimensões têm pontuação de pelo menos 50, com evidência utilizável.

DimensãoPontuaçãoSolidez
Adaptação64,50,62
Agência58,00,56
Confiança53,40,50

Agenda de medição

18 indicadores previstos no modelo ainda não têm base comparável, e cada um reduz a solidez da evidência. Uma lacuna passa a entrar na pontuação quando uma série comparável cobre pelo menos dois países.

DimensãoIndicador ausenteO que ele mediria
AntecipaçãoCapacidade governamental de prospecçãoExistência, mandato e continuidade de uma função nacional de prospecção estratégica.
AntecipaçãoCompromissos de pesquisa de longo prazoNovos auxílios públicos de pesquisa concedidos por concurso com duração de cinco anos ou mais, como parcela de todos os auxílios públicos por concurso concedidos no ano.
AgênciaAdultos que realizam tarefas digitaisParcela de adultos que realizaram uma tarefa digital determinada nos últimos três meses, como enviar uma mensagem com arquivo anexo, mover um arquivo entre dispositivos ou usar uma fórmula em planilha, contada tarefa por tarefa e nunca como nível de habilidade.
CoordenaçãoColaboração universidade-empresaIntensidade da colaboração em pesquisa entre universidades e empresas.
CoordenaçãoColaboração público-privadaFrequência e escala da execução conjunta, por governo e empresas, de objetivos nacionais.
ConfiançaConfiança nas instituições públicasConfiança no governo nacional, nos tribunais e no serviço público.
ConfiançaTaxa de resolução de processos judiciaisProcessos cíveis e comerciais encerrados em um ano, como parcela dos processos ajuizados no mesmo ano.
AprendizagemParticipação de adultos em aprendizagemParcela de adultos em educação ou capacitação, formal ou não, nos últimos 12 meses.
ExperimentaçãoOperações de capital de riscoPrimeiras rodadas de capital de risco fechadas no ano por empresas sediadas no país, por milhão de pessoas, contadas por operação e nunca por valor.
ExperimentaçãoEmpresas em sandboxes regulatóriosEmpresas admitidas no ano em um sandbox regulatório ou regime de teste controlado, e empresas que o concluíram, por milhão de pessoas, somadas entre todos os reguladores do país.
ExperimentaçãoEmpresas derivadas de pesquisa universitáriaEmpresas criadas para levar ao mercado pesquisa feita em universidades, por milhão de pessoas.
AdaptaçãoPreparação e recuperação de desastresCapacidade demonstrada de se preparar para choques graves e de se recuperar deles.
AdaptaçãoCapacidade de resposta institucionalVelocidade com que regras e programas públicos mudam em resposta a novas condições.
ConstruçãoEntrega de grandes projetosDesempenho de custo e prazo de grandes projetos públicos de infraestrutura.
ConstruçãoEmpresas jovens que ganham escalaParcela de empresas jovens que atingem patamares relevantes de emprego ou faturamento.
Propósito compartilhadoSentimento de pertencimento nacionalIdentificação e vínculo com a comunidade nacional, declarados pelos entrevistados, distintos do orgulho pela nação.
Propósito compartilhadoVoluntariadoParcela de adultos que dedicaram tempo como voluntários a alguma organização no último mês.
Propósito compartilhadoPolarização políticaGrau em que as diferenças políticas se alinham em uma única divisão hostil.

O que o Brasil construiu e nenhum indicador capta

São mudanças institucionais documentadas no Brasil, registradas como evidência, entre construções e retrocessos. Não recebem pontuação e aparecem ao lado das pontuações de capacidade como registro histórico.

  • Pix, o sistema de pagamentos instantâneos (Construção)

    O Banco Central do Brasil especificou, construiu e opera um arranjo de pagamentos instantâneos de adesão obrigatória, que liquidou 7,98 bilhões de transações em julho de 2026, com 152 milhões de pessoas e 14 milhões de empresas transacionando no mês.

  • GOV.BR, a plataforma federal de identidade e serviços (Construção)

    O Brasil reuniu os serviços públicos federais sob uma única plataforma de identidade, que registrava 175 milhões de contas ativas e 5.179 serviços digitais em maio de 2026.

  • Sistema Único de Saúde, o sistema público e universal de saúde (Construção)

    O Brasil inscreveu o direito à saúde na Constituição de 1988 e construiu um sistema público único que atende toda a população do país; o índice de cobertura de serviços da OMS para o Brasil subiu de 71 em 2000 para 84 em 2023.

  • Plano Real, a estabilização monetária de 1994 (Adaptação)

    O Brasil encerrou quatro décadas de inflação alta com uma reforma monetária feita em etapas, que levou a inflação anual ao consumidor de 2.075,9% em 1994 para 3,2% em 1998.

  • Programa Nacional de Imunizações e sua erosão (Construção)

    O programa nacional de imunizações chegou a 99% de cobertura da vacina tríplice bacteriana (DTP) em 2003 e se manteve acima de 95% por uma década; depois caiu para 68% em 2021 e havia se recuperado para 91% em 2024.

  • Luz para Todos, a eletrificação rural (Construção)

    O Brasil levou energia elétrica aos últimos domicílios rurais por meio de um programa nacional executado com os estados e as distribuidoras privadas, e o acesso passou de 94,4% da população em 2000 para 99,8% em 2024.

  • Embrapa, uma aposta de cinquenta anos na agricultura tropical (Antecipação)

    O Brasil criou em 1973 uma empresa pública de pesquisa agropecuária para tornar produtivos os solos ácidos tropicais e manteve seu financiamento em todas as trocas de governo desde então; a produção de cereais passou de 46,5 milhões de toneladas em 2000 para 155,9 milhões em 2023.

  • Bolsa Família e o cadastro único por trás dele (Construção)

    O Brasil montou um cadastro nacional único de famílias de baixa renda e pagou transferências condicionadas por meio dele, passando de 6,6 milhões de benefícios em dezembro de 2004 para um pico de 21,0 milhões em 2022 e 18,6 milhões em dezembro de 2025.

  • Eleições nacionais totalmente eletrônicas (Construção)

    Desde 2000, o Brasil realiza todas as eleições em urnas eletrônicas, para um eleitorado que chegou a 155,9 milhões de pessoas em 2024, com resultados divulgados na mesma noite.

  • Proálcool, a substituição de combustível depois do choque do petróleo (Adaptação)

    O Brasil respondeu ao choque do petróleo de 1973 tornando obrigatória a mistura de etanol à gasolina e construindo uma indústria nacional de álcool combustível; a produção passou de 580 mil metros cúbicos em 1975 para 38.199 mil em 2025, e a partir de 2003 os motores flex passaram a escolha do combustível ao motorista.

  • Petróleo em águas profundas e no pré-sal (Construção)

    O Brasil desenvolveu a extração em águas profundas, descobriu os campos do pré-sal em 2006 e passou a explorá-los a mais de 5.000 metros de profundidade; a produção nacional de petróleo subiu de 71.844 mil metros cúbicos em 2000 para 219.032 mil em 2025.

  • BNDES, o banco nacional de desenvolvimento (Construção)

    Fundado em 1952, o banco federal de desenvolvimento oferece financiamento de longo prazo e investimento em toda a economia nacional, e desembolsou R$ 169,7 bilhões em 2025.

  • CAPES, o financiamento federal da pós-graduação (Aprendizagem)

    Fundada em 1951, a CAPES construiu um sistema nacional de financiamento e avaliação da pós-graduação, e em 1995 o sistema brasileiro já tinha mais de 60.000 alunos em mais de 1.000 cursos de mestrado e 600 de doutorado.

  • Lei de Informática, uma política industrial setorial (Antecipação)

    A Lei 8.248/1991 condicionou os incentivos à tecnologia da informação a um investimento anual em pesquisa, desenvolvimento e inovação de pelo menos 5% do faturamento bruto interno elegível, o que criou um regime previsível para a capacidade do setor.

  • Casa da Moeda do Brasil, a fabricante oficial de cédulas e moedas (Construção)

    Fundada em 1694, a Casa da Moeda se manteve como instituição pública nos regimes colonial, imperial e republicano e hoje produz cédulas, moedas, documentos de identidade e passaportes, depois de mais de 330 anos em funcionamento.

  • Itaipu Binacional, o sistema elétrico criado por tratado (Coordenação)

    O Brasil e o Paraguai construíram e operam Itaipu por meio de uma entidade binacional criada por tratado, que chegou a 14.000 megawatts de capacidade instalada e abastece os dois países desde que a primeira unidade entrou em operação, em 1984.

  • Cadastro Único, o registro social unificado (Confiança)

    Desde 2001, o Cadastro Único identifica e caracteriza as famílias de baixa renda em todo o Brasil e se tornou a porta de entrada de mais de 40 programas sociais federais, estaduais e municipais.

  • Portal da Transparência, as contas federais abertas (Confiança)

    Lançado em 2004, o Portal da Transparência publica há 20 anos informações sobre receitas, despesas, pessoal e transferências federais, para que qualquer cidadão possa verificar como o dinheiro público é usado.

  • INEP, a instituição permanente de estatísticas educacionais (Aprendizagem)

    Criado em 1937, o INEP construiu um sistema permanente de estatísticas e censos educacionais que permite a atores federais, estaduais e municipais acompanhar escolas, alunos e resultados de políticas em todo o Brasil; seu arquivo histórico ocupa hoje 218,68 metros lineares.

  • CGEE, o centro de estudos estratégicos (Antecipação)

    Criado em 2001, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos foi concebido para produzir estudos prospectivos e recomendações de longo prazo para a política brasileira de ciência, tecnologia e inovação; 273 pesquisadores e especialistas assinaram sua ata de criação.

  • Telebras, o sistema de telecomunicações que foi desmontado (Adaptação)

    Criada em 1972, a Telebras coordenou o sistema estatal de telecomunicações até a privatização de 1998, quando 54 concessionárias foram separadas e o Estado deixou de operar a rede para regular e universalizar o serviço.

  • EMBRAPII, pesquisa aplicada conduzida pela indústria (Coordenação)

    Criada em 2013, a EMBRAPII financia pesquisa industrial que empresas contratam com unidades de pesquisa públicas e privadas credenciadas, e contratou um recorde de 811 novos projetos em 2025, 25,35% a mais que em 2024.

  • SIBRATEC, as redes nacionais de tecnologia (Coordenação)

    Para aproximar universidades e empresas, o governo federal criou o SIBRATEC, coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia com a participação da FINEP, do BNDES e do INMETRO, como um sistema nacional que somava 56 redes de pesquisa e desenvolvimento em 2010: 14 redes de centros de inovação, 20 de serviços tecnológicos e 22 de extensão tecnológica nos estados.

  • Conselhos de saúde do SUS, participação social permanente (Propósito compartilhado)

    Desde que a Lei 8.142 os instituiu, em 1990, o SUS exige conselhos de saúde permanentes e deliberativos nas esferas nacional, estadual e municipal, com metade das vagas para os usuários (50%) e 25% para cada um dos outros dois segmentos: trabalhadores da saúde, e governo ou prestadores de serviço.

  • Salário mínimo e sua regra permanente de valorização (Adaptação)

    O Congresso e o presidente da República instituíram uma política permanente de valorização anual do salário mínimo pela Lei 14.663/2023, que fixou o piso nacional em R$ 1.320 a partir de maio de 2023 e vinculou os reajustes seguintes à inflação medida pelo INPC mais o crescimento real do PIB de dois anos antes.

  • Sandbox regulatório do Banco Central, primeiro ciclo (Experimentação)

    O Banco Central abriu inscrições para seu sandbox regulatório em fevereiro de 2021, recebeu 52 projetos, admitiu sete para testes sob regras flexibilizadas a partir de 6 de dezembro de 2021 e conduziu o ciclo por um ano, com uma prorrogação permitida.

  • MAI/DAI, bolsas de inovação para pesquisa com empresas parceiras (Coordenação)

    O CNPq, com cofinanciamento da CAPES na chamada de 2024, realizou quatro chamadas do programa Mestrado e Doutorado Acadêmico para Inovação (2018, 2020, 2022 e 2024), das quais haviam participado cerca de 80 instituições de ciência e tecnologia e mais de 200 empresas, com pelo menos 5.000 bolsas concedidas até 2024 para pesquisas de estudantes de graduação e pós-graduação em projetos definidos com empresas parceiras.

  • Educação de Jovens e Adultos (EJA) e sua erosão (Aprendizagem)

    A Educação de Jovens e Adultos, modalidade da educação básica para quem não a concluiu na idade própria, oferecida sobretudo pelas redes públicas, tinha 2.962.322 matrículas em 2021 e 2.252.069 em 2025, uma queda de cerca de 24% em quatro anos, segundo o Censo Escolar do INEP.

  • Auxílio Reconstrução, o repasse federal às famílias depois das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul (Adaptação)

    Depois das enchentes que começaram no fim de abril de 2024 no Rio Grande do Sul, o governo federal pagou R$ 2,1 bilhões de Auxílio Reconstrução a 429.000 famílias, segundo o balanço que a secretaria extraordinária para a reconstrução do estado apresentou a uma comissão da Câmara dos Deputados em 12 de fevereiro de 2025.

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